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Compras Parceladas no Cartão de Crédito Superam R$ 250 Bilhões em Uso

Compras Parceladas no Cartão de Crédito Superam R$ 250 Bilhões em Uso

O cartão de crédito figura como uma das principais ferramentas de pagamento, sendo também a maior razão para débitos. Entenda mais!

O cartão de crédito se destaca como um dos métodos de pagamento mais adotados pelos brasileiros. Uma das razões para essa tendência certamente é a opção de dividir a conta. Dessa forma, o consumidor pode achar o pagamento mais acessível, já que se estende por diversos meses. Porém, essa facilidade pode gerar complicações.

É essencial ter cautela ao manusear o cartão, pois, dada a sua praticidade, muitos usuários podem se complicar e enfrentar desafios para liquidar todas as contas.

Em meio a essa conjuntura, as compras parceladas com cartão de crédito ultrapassaram a marca de R$ 250 bilhões, de acordo com informações do Banco Central. Para se ter uma perspectiva, o montante total de compras à vista se aproxima de R$ 100 bilhões.

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Aplicação do cartão como ferramenta de transação

Conforme relatórios do Banco Central, até junho deste ano, o segmento de varejo, incluindo Microempresas e grandes marcas do mercado de vendas, liderou o uso do cartão de crédito. Ainda, observa-se um uso marcante nos setores de:

  • Entretenimento;
  • Moda e Calçados;
  • Farmacêutico e Químico;
  • Indústria de Petróleo;
  • Alimentício;
  • Equipamentos eletrônicos.

O cartão de crédito lidera as razões para dívidas

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Uma pesquisa feita pela Qaest e divulgada pela Revista Veja mostra que o cartão de crédito ocupa o topo das causas de dívidas entre os brasileiros. Segundo o estudo, aproximadamente 67% das pessoas têm dívidas. Para esses indivíduos, os principais fatores do endividamento são:

  • Cartão de crédito: 31%;
  • Financiamentos imobiliários: 14%;
  • Empréstimos bancários: 11%;
  • Parcelamentos de automóveis: 5%.

Diante desse panorama, o governo analisa medidas para limitar o número de prestações oferecidas aos compradores. Adicionalmente, busca estratégias para diminuir a taxa de juros sobre o saldo rotativo, que afeta muitos cidadãos.