INSS: BPC para pessoas com deficiência poderá deixar de exigir perícia; saiba mais

Faasalalauga

Em uma iniciativa para agilizar e desburocratizar os serviços previdenciários no Brasil, o Governo Federal, por meio do Ministro da Previdência, irá implementar um novo modelo para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a pessoas com deficiência. 

Assim, a medida, cuja implementação deve ocorrer já no segundo semestre deste ano, prevê que a liberação do benefício ocorra com a simples apresentação de um atestado médico por via digital. Assim, esse método tem como inspiração o processo de concessão do auxílio-doença do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Veja mais detalhes!

Faasalalauga

Fim da perícia médica presencial para concessão do BPC

Portanto, o objetivo da medida é principalmente eliminar a exigência de perícia médica presencial, um procedimento que, além de desgastante, contribui para a extensa fila de espera por benefícios do INSS. 

Dessa forma, o processo será simples, ao diagnosticar alguém com deficiência, o médico emite um laudo digital. E, assim, o requerente envia ao INSS por meio do aplicativo Meu INSS (disponível para Android ma le iOS). Assim, a análise desse atestado online possibilita a concessão quase imediata do benefício, dispensando o comparecimento a uma agência do INSS.

BPC sem perícia
Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil / Arquivo

Redução da fila do INSS

Enfim, através da medida, com os peritos liberados de grande parte das avaliações presenciais, espera-se que o atendimento aos casos mais complexos seja agilizado. Além disso, a estratégia também se baseia na integração e cruzamento de dados com outros bancos de informações públicas para validar os atestados médicos.

Ademais, em fevereiro de 2024, de cerca de 1,3 milhão de pedidos de auxílio-doença, 595.313 foram concedidos com uma mínima incidência de suspeitas de irregularidades. Assim, esse cenário traz um otimismo quanto à aplicabilidade e eficácia do novo sistema proposto para o BPC, ampliando seu alcance para beneficiar aqueles que atendam aos critérios do auxílio.

Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil / Arquivo




O lenei saite o se tulaga tutoʻatasi mo mataupu faailoilo ma faasalalauga. E leai se matou sootaga, faiga faapaaga, sui, faatagaga, lagolago tau tupe po o le faamaoniga aloaʻia mai soʻo se ituaiga, kamupani, faalapotopotoga, polokalame po o auaunaga ua taʻua, seʻi vaganā ua faailoa manino mai.

O faamatalaga ua lomia e mo na o faamoemoega faailoilo ma e mafai ona suia, taofia pe aveese i soʻo se taimi e i latou e nafa ma ia faamatalaga. E ui ina matou taumafai e faatumauina mataupu ia faafou ma saʻo, matou te lē faamautinoaina lo latou saʻo, fou, avanoa po o le talafeagai mo tulaga patino.

Matou te lē faia ni faatauga, faagasolo ni totogi, tuuina atu ni aitalafu, tufatufa ni penefiti, momoli ni oloa pe auai tuusaʻo i le faia o konekarate mo soʻo se auaunaga ua faasalalauina. E faapena foʻi, matou te lē faamautinoaina le faamaoniga, agavaa, mauaina o penefiti, taui, oloa, faaitiitiga po o soʻo se taunuuga patino e mafua mai i faamatalaga ua tuuina atu.

E ono mafai e lenei saite ona fa’aalia fa’asalalauga, so’otaga lagolago ma anotusi fa’atasi, lea e ono maua ai se taui. O se taui tau tupe e ono maua e lē a’afia ai le tiute e fa’ailoa atu ma e lē fausia ai se so’otaga aloa’ia ma fa’ailoga ua ta’ua.

O le tagata fa’aoga e nafa ma le siaki sa’o i ala aloa’ia a kamupani ma fa’alapotopotoga o fa’amatalaga uma, tulafono, aiaiga ma mana’oga a’o le’i faia se fa’ai’uga. Matou te lē tali atu mo fa’ai’uga na faia e fa’avae i anotusi ua lomia, po o ni suiga, lē avanoa, mea sese po o gaioiga a isi vaega.

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