Banco multado em R$ 250 mil por incomodar clientes com mensagens e chamadas não solicitadas

Faasalalauga

Um banco enfrenta penalidades por incomodar consumidores com ligações e mensagens de telemarketing. MP destaca infração legal. Entenda a situação.

O Procon de Minas Gerais aplicou uma multa a um banco por não seguir as diretrizes estabelecidas para marketing direto ativo dentro do estado. Desse modo, o banco terá que arcar com um valor superior a R$ 250 mil por não aderir corretamente às normas de telemarketing.

Faasalalauga

Segundo a legislação local, as companhias não têm permissão para fazer chamadas ou enviar mensagens de telemarketing para indivíduos que registraram suas informações no Sistema de Bloqueio de Telemarketing, sob supervisão do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

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Logo, para estabelecer esse tipo de comunicação, as empresas necessitam de um consentimento claro do cliente, confirmando que deseja receber tais chamadas ou mensagens. Contudo, um banco continuou com suas estratégias de marketing direto ativo mesmo com clientes listados no bloqueio.

Banco BMG ignora decisão dos clientes

De acordo com o inquérito administrativo do Procon, o Banco BMG, reiteradamente, não respeitou as leis do estado e persistiu no contato de marketing direto ativo com consumidores que escolheram o bloqueio desse tipo de comunicação. Segundo o MPMG, o banco aproveitou sua posição econômica para perturbar e afetar negativamente os clientes.

Relatórios indicam que agentes do banco fizeram contato via chamadas e mensagens de texto promovendo produtos e serviços. Adicionalmente, o banco repetiu essa abordagem inúmeras vezes, desequilibrando a relação contratual entre as partes.

Penalidade

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O Procon-MG instaurou uma ação administrativa contra o Banco BMG, alegando que o banco não seguiu as leis estaduais. Assim, o banco enfrenta uma multa de R$ 253,4 mil por perturbar o público.

No decorrer da ação, o Procon de Minas Gerais propôs ao banco um acordo administrativo para resolver a pendência financeira. No entanto, o banco não aceitou a sugestão apresentada pelo MPMG.




O lenei saite o se tulaga tutoʻatasi mo mataupu faailoilo ma faasalalauga. E leai se matou sootaga, faiga faapaaga, sui, faatagaga, lagolago tau tupe po o le faamaoniga aloaʻia mai soʻo se ituaiga, kamupani, faalapotopotoga, polokalame po o auaunaga ua taʻua, seʻi vaganā ua faailoa manino mai.

O faamatalaga ua lomia e mo na o faamoemoega faailoilo ma e mafai ona suia, taofia pe aveese i soʻo se taimi e i latou e nafa ma ia faamatalaga. E ui ina matou taumafai e faatumauina mataupu ia faafou ma saʻo, matou te lē faamautinoaina lo latou saʻo, fou, avanoa po o le talafeagai mo tulaga patino.

Matou te lē faia ni faatauga, faagasolo ni totogi, tuuina atu ni aitalafu, tufatufa ni penefiti, momoli ni oloa pe auai tuusaʻo i le faia o konekarate mo soʻo se auaunaga ua faasalalauina. E faapena foʻi, matou te lē faamautinoaina le faamaoniga, agavaa, mauaina o penefiti, taui, oloa, faaitiitiga po o soʻo se taunuuga patino e mafua mai i faamatalaga ua tuuina atu.

E ono mafai e lenei saite ona fa’aalia fa’asalalauga, so’otaga lagolago ma anotusi fa’atasi, lea e ono maua ai se taui. O se taui tau tupe e ono maua e lē a’afia ai le tiute e fa’ailoa atu ma e lē fausia ai se so’otaga aloa’ia ma fa’ailoga ua ta’ua.

O le tagata fa’aoga e nafa ma le siaki sa’o i ala aloa’ia a kamupani ma fa’alapotopotoga o fa’amatalaga uma, tulafono, aiaiga ma mana’oga a’o le’i faia se fa’ai’uga. Matou te lē tali atu mo fa’ai’uga na faia e fa’avae i anotusi ua lomia, po o ni suiga, lē avanoa, mea sese po o gaioiga a isi vaega.

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