Aluno recebe R$ 3 mil de faculdade após desligamento imprevisto; descubra o porquê

Faasalalauga

Faculdade paga R$ 3 mil a aluno após cancelar matrícula. Entenda os pormenores e conheça seus direitos!

Recentemente, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) decidiu a favor de um universitário que teve que cancelar sua matrícula devido a um acréscimo súbito na mensalidade do curso. A faculdade pagará R$ 3 mil ao estudante como compensação.

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Terminando o primeiro semestre, o jovem que estudava Psicologia enfrentou um aumento expressivo em sua mensalidade. Anteriormente, ele pagava aproximadamente R$ 430. Contudo, o estabelecimento fez um reajuste, elevando o custo para R$ 755 mensais.

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Posicionamento da instituição que pagou o estudante

Durante o processo, a faculdade defendeu que havia concedido um abatimento no primeiro semestre e que o equilíbrio financeiro viria nos meses subsequentes. Por sua vez, o universitário contra-argumentou dizendo que a faculdade omitiu essa informação no ato da matrícula.

Após avaliar os detalhes, o Judiciário não identificou evidências que respaldassem a posição da faculdade. A corte de primeira instância anulou a cobrança adicional proposta pela instituição.

Em sequência, o requerente da ação pediu que a faculdade compensasse o estudante por danos morais, pontuando que a súbita alteração em sua rotina acadêmica prejudicou significativamente seu progresso.

Referências anteriores no TJ-SP

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Nesse contexto, o desembargador Milton Carvalho, encarregado da análise do caso, citou casos análogos em que o TJ-SP confirmou o direito à compensação por danos morais em circunstâncias parecidas no setor educativo. Baseado nisso, o desembargador determinou que a faculdade compensasse o estudante em R$ 3 mil.

O veredito do tribunal, exigindo que a faculdade compensasse o estudante, destaca a necessidade de clareza nas ações das instituições educacionais e enfatiza a importância de respeitar os direitos e expectativas dos estudantes nessas situações.

Neste contexto, a Justiça protegeu o aluno impactado pelo aumento inesperado, reforçando a essência da defesa dos direitos do consumidor no âmbito educacional.




O lenei saite o se tulaga tutoʻatasi mo mataupu faailoilo ma faasalalauga. E leai se matou sootaga, faiga faapaaga, sui, faatagaga, lagolago tau tupe po o le faamaoniga aloaʻia mai soʻo se ituaiga, kamupani, faalapotopotoga, polokalame po o auaunaga ua taʻua, seʻi vaganā ua faailoa manino mai.

O faamatalaga ua lomia e mo na o faamoemoega faailoilo ma e mafai ona suia, taofia pe aveese i soʻo se taimi e i latou e nafa ma ia faamatalaga. E ui ina matou taumafai e faatumauina mataupu ia faafou ma saʻo, matou te lē faamautinoaina lo latou saʻo, fou, avanoa po o le talafeagai mo tulaga patino.

Matou te lē faia ni faatauga, faagasolo ni totogi, tuuina atu ni aitalafu, tufatufa ni penefiti, momoli ni oloa pe auai tuusaʻo i le faia o konekarate mo soʻo se auaunaga ua faasalalauina. E faapena foʻi, matou te lē faamautinoaina le faamaoniga, agavaa, mauaina o penefiti, taui, oloa, faaitiitiga po o soʻo se taunuuga patino e mafua mai i faamatalaga ua tuuina atu.

E ono mafai e lenei saite ona fa’aalia fa’asalalauga, so’otaga lagolago ma anotusi fa’atasi, lea e ono maua ai se taui. O se taui tau tupe e ono maua e lē a’afia ai le tiute e fa’ailoa atu ma e lē fausia ai se so’otaga aloa’ia ma fa’ailoga ua ta’ua.

O le tagata fa’aoga e nafa ma le siaki sa’o i ala aloa’ia a kamupani ma fa’alapotopotoga o fa’amatalaga uma, tulafono, aiaiga ma mana’oga a’o le’i faia se fa’ai’uga. Matou te lē tali atu mo fa’ai’uga na faia e fa’avae i anotusi ua lomia, po o ni suiga, lē avanoa, mea sese po o gaioiga a isi vaega.

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