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Reviravolta: Empréstimo Consignado do Bolsa Família Passa por Reformas nas Políticas de Crédito

Reviravolta: Empréstimo Consignado do Bolsa Família Passa por Reformas nas Políticas de Crédito

Recentemente, o Governo Federal introduziu modificações surpreendentes no consignado pelo Bolsa Família. Apesar de inicialmente parecer uma decisão positiva, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), logo se converteu numa inusitada proibição. Desta forma, surgiram dúvidas sobre a capacidade dos beneficiários desse programa social acessarem crédito. Compreenda as recentes oscilações nas diretrizes de consignado do Bolsa Família e como isso afeta os dependentes deste auxílio.

Uma mudança inesperada na concessão de crédito do Bolsa Família

Basicamente, o consignado do Bolsa Família, um financiamento que possibilitava aos beneficiados adquirir empréstimos com dedução direta em suas parcelas, enfrentou diversas alterações.

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Inicialmente, a chancela pelo STF gerou alívio para muitos. Porém, em pouco tempo, o Governo Federal anunciou a continuação da restrição desse crédito aos participantes do programa social, surpreendendo a todos.

Posicionamento do governo

A liderança nacional explicou tal escolha alegando a intenção de proteger os cidadãos em condição de vulnerabilidade social do superendividamento.

Segundo Wellington Dias, Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, o Bolsa Família não se configura como salário, mas como uma transferência de recursos visando amparar famílias em vulnerabilidade.

Diretrizes prévias do consignado pelo Bolsa Família

Antes deste volte-face, o consignado do Bolsa Família se baseava no rendimento das famílias. Para se qualificar, a renda mensal familiar per capita deveria ser até R$ 218.

Isso implicava que a renda total familiar, quando dividida pelo número de integrantes, deveria ser inferior a R$ 218. Por exemplo, considerando uma mãe solteira com três crianças que atua como diarista e recebe R$ 800 mensais, essa é a única entrada de dinheiro na família.

Ao dividir os R$ 800 (renda total) por quatro (integrantes da família), tem-se R$ 200, menor que R$ 218. Assim, essa mãe e seus filhos se qualificavam ao Bolsa Família.

Adicionalmente, essas famílias deveriam cumprir obrigações em saúde e educação, como monitoramento pré-natal, calendário vacinal, estado nutricional infantil, presença escolar mínima e atualização do Cadastro Único.

Desafios atuais

Indubitavelmente, o cancelamento do consignado do Bolsa Família criou dilemas e dúvidas para os beneficiários deste programa. A despeito das justificativas governamentais voltadas ao superendividamento, as mudanças abruptas nas diretrizes creditícias causaram insegurança numa parcela da população que se valia desse mecanismo para suprir suas demandas financeiras.

Porém, a trajetória do consignado do Bolsa Família sublinha a necessidade de ficarmos atentos às decisões governamentais e seus reflexos nos mais vulneráveis.

A importância de planejar financeiramente antes de adquirir um empréstimo

A decisão de obter um financiamento é fundamental na administração financeira individual. Contudo, antes de avançar, é vital estabelecer um planejamento financeiro robusto para assegurar que o crédito satisfaça suas demandas sem prejudicar sua estabilidade financeira.

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Reflexão sobre a real necessidade do empréstimo

A etapa inicial é discernir a razão para a busca de um financiamento. Assim, avalie se o crédito se destina a um gasto crucial, como urgências médicas ou reformas domésticas, ou a despesas opcionais, como viagens ou compras não prioritárias.

Dê preferência a empréstimos para necessidades concretas e evite os destinados a anseios passageiros. Finalmente, antes de buscar um financiamento, realize um diagnóstico minucioso de seu panorama financeiro. Assim, determine sua entrada de dinheiro mensal, gastos fixos, débitos correntes e capacidade de quitação.