PAA em 2023: Investimento de R$ 250 Milhões para Apoiar Agricultores

Nā hoʻolaha

O Governo Central destinou R$ 250 milhões ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A notícia divulgou isso na segunda-feira (16), em alusão ao Dia Mundial da Alimentação e ao bicentenário do PAA.

Para contextualizar, a administração federal apresentou uma série de aportes visando impulsionar a agricultura de base e mitigar a insegurança alimentar. No evento no Palácio do Planalto, Wellington Dias, líder da pasta do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), selou parcerias em prol do PAA e do Programa Nacional de Cozinhas Solidárias.

Nā hoʻolaha

Os R$ 250 milhões, reservados ao PAA em 2023, se adicionam a um montante de R$ 500 milhões já consignados anteriormente. Esse diálogo entre a Gestão de Transição presidida por Lula e os parlamentares nacionais resultou na ampliação orçamentária.

Heluhelu pū:Ka hoʻihoʻi ʻana i nā waiwai i poina ʻia ma ka Panakō Kūwaena: alakaʻi no nā hoʻoilina

“A parceria estabelecida com a Câmara e o Senado foi fundamental para responder às demandas do país”, ressaltou o ministro Wellington Dias.

“Em homenagem ao Dia Mundial da Alimentação, estamos ampliando nossos aportes. Atualmente, estamos destinando um adicional de R$ 250 milhões ao Programa de Aquisição de Alimentos, que incentiva e viabiliza a produção dos pequenos agricultores. Ele complementou que esses alimentos são direcionados àqueles que necessitam de reforço nutricional.

Em 2023, os aportes no PAA ultrapassaram R$ 900 milhões, conforme as fontes oficiais.

O MDS elucidou os montantes distribuídos pelo programa este ano:

  • Aporte para leite em pó: R$ 100 milhões;
  • Fundos emergenciais para o Rio Grande do Sul: R$ 65 milhões;
  • Alocações de parlamentares: R$ 8 milhões.

Conforme registros, o governo prévio, sob liderança de Jair Bolsonaro, havia consignado meros R$ 2 milhões ao PAA em 2022, demonstrando um crescimento expressivo este ano.

Por sinal, o MDS anunciou a liberação de R$ 40 milhões para o PAA Indígena em 2023. Esse investimento beneficiou 15 estados, viabilizando a compra de veículos para facilitar a operação do programa em territórios isolados.

Eles empregaram os fundos na aquisição de:

  • Veículos 4×4 de cabine estendida;
  • Caminhões com compartimentos térmicos;
  • Caminhões com compartimento climatizado;
  • Embarcações de alumínio motorizadas.

Existe ainda a previsão de transferência adicional de R$ 26 milhões, pelo MDS, à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visando à aquisição de alimentos para comunidades indígenas. Em julho, já haviam liberado R$ 29,5 milhões para essa finalidade.

O PAA tem sido um instrumento para diminuir a fome no território brasileiro.

Em resumo, sob a liderança de Lula, o PAA foi revitalizado em março de 2023, tornando mais acessível para comunidades indígenas e grupos tradicionais. Antes, entraves burocráticos dificultavam a adesão.

Contudo, sob a nova gestão, processos foram simplificados para esses grupos, facilitando sua inserção e usufruto do programa.

“Este projeto teve um papel crucial ao retirar o Brasil do mapa da fome em 2014”, destacou Paulo Teixeira, líder da pasta do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. “O impacto desse projeto é tangível, chegando diretamente nas bases agrícolas, beneficiando mulheres, indígenas, extrativistas e aqueles ligados à reforma agrária”, acrescentou.

Nā hoʻolaha

Em 2023, o PAA trouxe inovações, assegurando a inclusão feminina em suas atividades. O índice mínimo estipulado é de 50%, valorizando o papel feminino no setor, incentivando sua independência.

Sobre o programa Cozinhas Solidárias:

Heluhelu pū:Nā ʻōlelo aʻoaʻo no ke koi ʻana i kāu kālā poina me ka pilikia ʻole

Lançado em março, junto à reativação do PAA, o Programa Nacional de Cozinhas Solidárias visa prover refeições a indivíduos e grupos em vulnerabilidade.

O foco central é a erradicação da fome, principalmente nas metrópoles, onde a insegurança alimentar é mais prevalente.

No evento no Palácio do Planalto, Wellington Dias formalizou uma parceria com a Fundação Banco do Brasil, assegurando um investimento de R$ 4 milhões nas cozinhas solidárias. Adicionalmente, o MDS planeja destinar R$ 26 bilhões do PAA para apoiar essa iniciativa.

Com o olhar voltado aos agricultores de pequeno porte, o Programa Nacional de Cozinhas Solidárias estabelece que, no mínimo, 30% dos recursos para aquisição de alimentos provenham desses produtores.




He kahua kūʻokoʻa kēia pūnaewele no ka ʻike a me ka hoʻolaha. ʻAʻohe o mākou pilina, hui pū ʻana, ʻelele ʻana, ʻae ʻia, kākoʻo kālā ʻana a i ʻole kākoʻo kūhelu mai kekahi inoa kalepa, ʻoihana, hui, papahana a i ʻole lawelawe i ʻōlelo ʻia, koe wale nō ke hōʻike maopopo ʻia.

No ka ʻike wale nō nā ʻike i paʻi ʻia, a hiki ke hoʻololi, hoʻopaneʻe a wehe ʻia paha i kēlā me kēia manawa e nā mea kuleana. ʻOiai mākou e hoʻāʻo nei e mālama i nā ʻike i kēia manawa a pololei, ʻaʻole mākou e hōʻoiaʻiʻo i ko lākou pololei, kūlana o kēia manawa, hiki ke loaʻa a i ʻole kūpono no nā kūlana kikoʻī.

ʻAʻole mākou e kūʻai aku, hana i nā uku, hāʻawi i ka hōʻaiʻē, hāʻawi i nā pōmaikaʻi, hoʻouna i nā huahana a i ʻole komo pololei i ka ʻaelike ʻana i kekahi lawelawe i hoʻolaha ʻia. Pēlā nō, ʻaʻole mākou e hōʻoiaʻiʻo i ka ʻae ʻia, kūpono, loaʻa ʻana o nā pōmaikaʻi, makana, huahana, hoʻemi kumukūʻai a i ʻole kekahi hopena kikoʻī i loaʻa mai nā ʻike i hōʻike ʻia.

Hiki i kēia pūnaewele ke hōʻike i nā hoʻolaha, nā loulou i kākoʻo ʻia a me nā ʻike pili hoa, a no ia mau mea hiki iā mākou ke loaʻa ka uku. ʻAʻole pili ka uku kālā i ka kuleana e hoʻolaha i ka ʻike, a ʻaʻole ia e hoʻokumu i kekahi pilina kūhelu me nā inoa i ʻōlelo ʻia.

Na ka mea hoʻohana ke kuleana e hōʻoia pololei ma nā kahawai kūhelu o nā ʻoihana a me nā hui i nā ʻike, nā lula, nā kūlana a me nā koi a pau ma mua o ka hoʻoholo ʻana. ʻAʻole mākou e lawe i ke kuleana no nā hoʻoholo i hana ʻia ma muli o nā ʻike i paʻi ʻia, a i ʻole no nā loli, ka loaʻa ʻole, nā hewa a i ʻole nā hana a nā ʻaoʻao ʻē aʻe.

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