Acesso a medicamentos sem custo para titulares do Bolsa Família surpreende a todos

Nā hoʻolaha

O anúncio do retorno do programa Farmácia Popular deverá ser feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As alterações e os grupos que serão favorecidos serão vistos a seguir.

O relançamento oficial do programa Farmácia Popular deverá ser feito nesta quarta-feira (7) pelo Governo Federal. Apesar de nunca ter sido extinto nos últimos anos, uma reestruturação será realizada no projeto para incluir mais medicamentos. A agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que fará o anúncio hoje, está sendo cumprida em Recife, Pernambuco.

Algumas informações podem ser antecipadas, mesmo antes do lançamento oficial. Um exemplo de novidade é que a participação dos beneficiários do programa Bolsa Família será mais evidente. A partir de agora, esses usuários poderão obter 40 medicamentos que estão na lista atual do Farmácia Popular em farmácias, sem nenhum custo.

Nā hoʻolaha

Anteriormente, o Governo Federal determinava duas listas. Uma delas listava os medicamentos gratuitos para famílias em situação de vulnerabilidade, e a outra listava os medicamentos que podiam ser adquiridos com descontos. Com a alteração, todos os medicamentos poderão ser fornecidos gratuitamente.

A lista de medicamentos que passarão a ser gratuitos inclui:

  • quatro anticoncepcionais;
  • dois tipos de tratamento para Doença de Parkinson;
  • três apresentações da sinvastatina, usada no controle do colesterol;
  • três alternativas para controle da rinite;
  • fraldas geriátricas.

Os medicamentos para doenças como asma, diabetes e hipertensão também serão fornecidos gratuitamente aos usuários do programa Bolsa Família. No entanto, para esses casos, a gratuidade já estava garantida antes mesmo das mudanças que serão anunciadas hoje. Nada muda nesse sentido.

Kākau inoa

Foi explicado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome que os usuários do programa Bolsa Família não precisarão se preocupar com qualquer tipo de inscrição para o projeto Farmácia Popular.

As farmácias que estão cadastradas no sistema possuem um selo visível em suas fachadas. O usuário pode entrar na loja, apresentar seus documentos e confirmar que é de fato um beneficiário do Bolsa Família. O atendente poderá confirmar a informação no sistema e fornecer o medicamento gratuitamente, desde que o cliente apresente a prescrição médica.

Em resumo, para resgatar o medicamento, o usuário do Bolsa Família precisa de:

um documento de identidade oficial com foto e número do CPF;

prescrição médica dentro do prazo de validade, seja emitida pelo SUS ou por um médico particular.

População indígena

Além das mudanças para os usuários do Bolsa Família, outra novidade é que o programa passará a fornecer esses medicamentos para as pessoas que vivem em comunidades indígenas. O objetivo é atender às pessoas que precisam usar certos medicamentos para continuar o tratamento de algumas doenças, mas que não podem comprá-los por falta de dinheiro.

Anteriormente, os indígenas já contavam com esse benefício, mas havia uma dificuldade para garantir que esses medicamentos chegassem aos usuários. Agora, o plano é contar com a assistência de um servidor público.

“Esse servidor pode ir a qualquer unidade da Farmácia Popular e retirar os medicamentos, apresentando todas as prescrições. Isso facilita quando se tem um profissional de saúde habilitado devido ao difícil acesso aos territórios, que em muitos lugares só é possível por via aérea”, explicou Weibe Tapeba, Secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, em entrevista.

Como mencionado anteriormente, o programa Farmácia Popular não deixou de existir nos últimos anos. No entanto, o projeto sofreu uma grande redução em seu plano de atendimento. Em 2022, por exemplo, estima-se que cerca de 20 milhões de brasileiros tenham sido atendidos pelo sistema. Em 2015, o número de cidadãos beneficiados foi de 25 milhões. Portanto, houve uma queda clara no número de atendimentos.

Nā hoʻolaha

Essa queda está diretamente relacionada à diminuição dos investimentos na área. No final do ano passado, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou a apresentar ao Congresso Nacional o plano de orçamento para 2023 sem a previsão de despesas para o Farmácia Popular.

A retomada do projeto só foi possível após a aprovação da chamada PEC da Transição pelo Congresso Nacional no final do ano passado. O documento restabeleceu parte do orçamento do Ministério da Saúde. Dessa forma, foi possível investir mais recursos no programa Farmácia Popular.




He kahua kūʻokoʻa kēia pūnaewele no ka ʻike a me ka hoʻolaha. ʻAʻohe o mākou pilina, hui pū ʻana, ʻelele ʻana, ʻae ʻia, kākoʻo kālā ʻana a i ʻole kākoʻo kūhelu mai kekahi inoa kalepa, ʻoihana, hui, papahana a i ʻole lawelawe i ʻōlelo ʻia, koe wale nō ke hōʻike maopopo ʻia.

No ka ʻike wale nō nā ʻike i paʻi ʻia, a hiki ke hoʻololi, hoʻopaneʻe a wehe ʻia paha i kēlā me kēia manawa e nā mea kuleana. ʻOiai mākou e hoʻāʻo nei e mālama i nā ʻike i kēia manawa a pololei, ʻaʻole mākou e hōʻoiaʻiʻo i ko lākou pololei, kūlana o kēia manawa, hiki ke loaʻa a i ʻole kūpono no nā kūlana kikoʻī.

ʻAʻole mākou e kūʻai aku, hana i nā uku, hāʻawi i ka hōʻaiʻē, hāʻawi i nā pōmaikaʻi, hoʻouna i nā huahana a i ʻole komo pololei i ka ʻaelike ʻana i kekahi lawelawe i hoʻolaha ʻia. Pēlā nō, ʻaʻole mākou e hōʻoiaʻiʻo i ka ʻae ʻia, kūpono, loaʻa ʻana o nā pōmaikaʻi, makana, huahana, hoʻemi kumukūʻai a i ʻole kekahi hopena kikoʻī i loaʻa mai nā ʻike i hōʻike ʻia.

Hiki i kēia pūnaewele ke hōʻike i nā hoʻolaha, nā loulou i kākoʻo ʻia a me nā ʻike pili hoa, a no ia mau mea hiki iā mākou ke loaʻa ka uku. ʻAʻole pili ka uku kālā i ka kuleana e hoʻolaha i ka ʻike, a ʻaʻole ia e hoʻokumu i kekahi pilina kūhelu me nā inoa i ʻōlelo ʻia.

Na ka mea hoʻohana ke kuleana e hōʻoia pololei ma nā kahawai kūhelu o nā ʻoihana a me nā hui i nā ʻike, nā lula, nā kūlana a me nā koi a pau ma mua o ka hoʻoholo ʻana. ʻAʻole mākou e lawe i ke kuleana no nā hoʻoholo i hana ʻia ma muli o nā ʻike i paʻi ʻia, a i ʻole no nā loli, ka loaʻa ʻole, nā hewa a i ʻole nā hana a nā ʻaoʻao ʻē aʻe.

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