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Grande conquista: Auxílio de R$ 5,7 mil é aprovado pelo governo e beneficiará milhares de pessoas

Grande conquista: Auxílio de R$ 5,7 mil é aprovado pelo governo e beneficiará milhares de pessoas

Esse auxílio integra-se no fortalecimento do respaldo concedido aos estudantes, com a finalidade de criar mais oportunidades para que possam focar nos estudos e evoluir em direção ao mercado de trabalho.

A administração central brasileira ratificou um suporte financeiro de perto de R$ 5,7 mil, voltado a cidadãos brasileiros que satisfaçam os critérios previamente determinados.

Essencialmente, consiste na chance de conseguir uma bolsa que contribui para os custos educacionais, os quais não são acessíveis a todos no Brasil. A ambição é incrementar o número de indivíduos com acesso à educação superior.

Os valores podem divergir conforme o curso selecionado, a situação financeira do discente e se a bolsa será fragmentada ou integral.

Subsídio do governo para estudo

Essa ajuda governamental, a qual discutimos, envolve as bolsas de estudo do Programa Universitário do Bem (ProBem). Bolsas parciais e integrais são concedidas para estudantes de baixa renda entrarem no ensino superior.

O propósito é investir na capacitação de futuros profissionais, sobretudo nas profissões que precisam de mais mão de obra. As bolsas são pertinentes apenas para a primeira graduação em Instituições de Ensino Superior que participam do programa.

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Em Goiás, 4 mil bolsas foram disponibilizadas, sendo 1 mil integrais e 3 mil parciais, com pagamento retroativo desde julho de 2023. As bolsas parciais cobrem metade do valor da mensalidade, até R$ 650, enquanto para medicina ou odontologia, o valor atinge R$ 2,9 mil.

As bolsas integrais, em contrapartida, abrangem 100% do valor da mensalidade, até R$ 1,5 mil, exceto para medicina ou odontologia, onde o limite chega a R$ 5,7 mil. Essa variação nos valores se deve ao custo mais elevado dos materiais necessários para a formação nestas áreas.

Requerimentos e processos de registro

Em relação aos requerimentos e ao processo de registro, os beneficiários potenciais incluem:

  • Candidatos registrados no Cadastro Único;
  • Em situação de vulnerabilidade social;
  • Residentes em Goiás;
  • Com algum tipo de conexão com a instituição de ensino superior participante do ProBem;
  • Matriculados em cursos presenciais.

Além disso, o estudante não pode estar matriculado em outra graduação nem possuir diploma de ensino superior. As inscrições para o auxílio do governo devem ser feitas no site oficial do programa.

A escolha será feita com base na análise de critérios como perfil e renda familiar, nível de escolaridade, limitações de acesso ao trabalho, falta de recursos e condições de habitação.

Os resultados serão revelados na primeira semana de agosto. Os que não conseguirem se inscrever devem esperar a emissão de um novo edital, comumente liberado a cada semestre.

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Se houver dúvidas, os interessados podem adquirir informações no site referenciado acima ou fazer contato com a central pelo número (62) 3201-9400.

Auxílio para trabalhar e estudar simultaneamente

Nos últimos dias, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC), divulgou a flexibilização das normas relacionadas à possibilidade de acumulação de bolsas de estudo de pós-graduação (mestrado, doutorado ou pós-doutorado) com atividades remuneradas.

De acordo com a Capes, as instituições de ensino superior e pesquisa no Brasil, assim como os programas de pós-graduação, terão autonomia para definir suas próprias normas em relação à concessão de bolsas para estudantes que desempenham outras atividades remuneradas.

Este novo regulamento tem o intuito de incentivar a pesquisa científica em áreas onde as bolsas de estudo não são tão atraentes quanto os salários oferecidos pelo mercado de trabalho. Isso ocorre porque as novas regras permitem que os estudantes acumulem bolsas de estudo com empregos remunerados que não estão relacionados à área de formação do bolsista.

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Porém, é relevante destacar que a decisão sobre a acumulação de bolsas será de total responsabilidade das instituições de ensino superior do país. De acordo com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e a Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG), é essencial que haja um debate democrático nas instituições, onde os alunos também participem das decisões.

Por fim, a única restrição geral estabelecida é a impossibilidade de receber uma bolsa do mesmo nível que seja financiada com recursos federais. Portanto, uma bolsa da Capes, por exemplo, não pode ter o mesmo valor que uma bolsa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).